"Quero quando eu morra tuas mãos em meus olhos: quero a luz, quero o trigo de tuas mãos amadas passar uma vez mais sobre mim essa doçura: sentir tua suavidade que mudou meu destino. Quero que vivas enquanto adormecido, espero que teus olhos sigam ouvindo o vento, que sintas o perfume do mar que amamos juntos e que sigas pisando a areia que pisamos. Quero que o que amo siga vivo e a ti amei e cantei sobre todas as coisas, por isso segues florescendo, florida, para que alcances tudo o que meu amor te ordena, para que passeie minha sombra por teus cabelos, para que assim conheçam a razão do meu canto''
segunda-feira, 15 de junho de 2009
"Quero quando eu morra tuas mãos em meus olhos: quero a luz, quero o trigo de tuas mãos amadas passar uma vez mais sobre mim essa doçura: sentir tua suavidade que mudou meu destino. Quero que vivas enquanto adormecido, espero que teus olhos sigam ouvindo o vento, que sintas o perfume do mar que amamos juntos e que sigas pisando a areia que pisamos. Quero que o que amo siga vivo e a ti amei e cantei sobre todas as coisas, por isso segues florescendo, florida, para que alcances tudo o que meu amor te ordena, para que passeie minha sombra por teus cabelos, para que assim conheçam a razão do meu canto''
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário